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Insensatez de Menta e Chocolate

Insensatez de Menta e Chocolate

Uma viagem com uma chávena de café

Mensagem do meu dia:

 

"A vida é como uma viagem de barco. Tomar decisões, alterar rotas, escolher destinos ... Enfrentamos tempestades, ondas gigantes e monstros marinhos! Mas o barco continua porque também há dias onde a tripulação se junta e desfruta do mar sereno."

 

Obrigada Ana Paula Alexandrino Magalhães da Costa de Viseu.

 

O poder dos pacotinhos de açúcar, as receitas ainda não usei nenhuma mas lá virá o dia porque "eu guardo-te bem".

 

O que é seguro jogar

Há algum tempo que não venho ressabiar, talvez também este não seja bem o caso, mas essa história de fazer só o que é seguro dá-me uma certa irritação.

 

Não, não acho que devam meter-se em perigo pela adrenalina do momento: "vá vamos aqui suicidar-nos com estilo".

 

Mas falo das coisas que não nos magoem nem magoem ninguém, nem coloquem em perigo (de um modo óbvio) a nossa segurança física.

 

Sim só a física, porque a nossa segurança mental, essa talvez não seja assim tão fácil de manter porque nada é certo nem eterno.

 

"Saía da sua zona de conforto" é uma frase que está na moda, e ,mesmo que possa ir parar lá muitas vezes, não queria ir por aí.

 

Mas acredito sinceramente que é o arriscar que nos dá o sal das coisas, porque sabemos que podemos magoar-nos, mas pelo menos vivemos.

 

Porque "é por tudo o que em nós corre que se vive e que se morre."

 

Há pessoas tão grandes

Não acho que exista algo positivo no bullying, sobretudo quando se goza com alguém por coisas que as pessoas não podem mudar. 

 

No entanto, existem críticas que custam muito mas que nos fazem mudar o que podemos, muitas vezes para melhor. 

 

Existem outras que não fazem sentido nenhum, mas se não matam as pessoas que as recebem tornam-nas incrivelmente maiores que as outras. 

 

Apitar a uma Flor

Estava eu quase a chegar à passadeira, quando ouço um apito à senhora que estava lentamente a passar nesse momento. 

 

Confesso que tenho alguma dificuldade em andar devagar, mas compreendo que a senhora não conseguia andar mais depressa e achei que ficou mesmo afetada com tal indelicadeza.

 

Eis que o senhor do carro lhe diz quando ela chegou ao fim da passadeira: "Dona Flor fui eu que apitei. Então está boa?"

 

E assim ficaram um pouco a conversar, o senhor parou lá no meio de uma forma meia artística, sujeito a ouvir ele próprio um apito de alguém de mau humor.

 

Mas a senhora sorriu e eu achei que afinal as pessoas ainda estão de bem com o mundo.

 

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