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Insensatez de Menta e Chocolate

Insensatez de Menta e Chocolate

As galinhas dos vizinhos

Podia começar por discursar sobre as técnicas e táticas futebolísticas, no entanto não é um conhecimento que me assista, ainda que isto do mundial desperte muitos "comentadores desportivos".

 

A realidade é: Portugal perdeu UM jogo, ainda há DOIS jogos por jogar e o estado de Portugal no Mundial é uma piada nas redes sociais dos portugueses (e eventualmente nas outras, mas nessas não me choca).

 

E isto não só com o futebol mas com a maioria das coisas que são feitas em Portugal.

 

Porque é que não se pode gostar e valorizar o que é feito cá?

 

O que é que leva por exemplo alguém a dizer "ah, eu não dou 60€ para ir a esse festival porque são só bandas portuguesas!"? 

 

O que há de errado se a música com que mais me identifico é feita no meu país?

 

Olhar por um país não é só votar, nem só pedir faturas (porque se não todos os empresários portugueses são criminosos), é dar pelo menos uma oportunidade ao que é nosso.

 

Ou isso, ou sou só eu com falta de sentido de humor.

 

Aquele abraço

Isto de socializar também tem questões importantes para alguém se debruçar, diria até de extrema importância para o futuro da humanidade.

 

Então é o seguinte: entre os cumprimentos, o abraço e os beijinhos está o formal, o informal masculino (tem dias) e o informal feminino.

 

Acontece que sendo mulher, sempre senti que a despedida virtual "abraço" e tendo em conta que é maioritariamente partilhada entre homens, eventualmente receosos de ser posta alguma coisa em causa, não corresponde verdadeiramente a um abraço no sentido da palavra, não que abraços entre homens ponham o que quer que seja em causa, mas não é maioritariamente aquilo com que essas mesmas pessoas se cumprimentariam.

 

Mas o grande problema da questão é: porque é que isto do abraço é virtualmente "mais frio" que os beijinhos, quando na realidade estes são muito mais banais que os abraços e podem ser partilhados sem qualquer emoção?

 

Sinto que os abraços são sempre uma maior forma de afeto, uma verdadeira partilha de carinho e ânimo, acho que é uma pena serem assim desvalorizados. 

 

Há ainda quem se despeça com os melhores cumprimentos (modéstia à parte).

 

Mas fica a dica:

 

Regras para a Vida de Olivia Joules

1) Nunca entres em pânico. Pára, respira fundo, pensa.
2) Ninguém está a pensar em ti. Eles estão a pensar em si próprios, tal como tu.
3) Nunca mudes de penteado nem de cor de cabelo antes de um acontecimento importante.
4) Nada é tão mau ou tão bom quanto possa parecer.
5) Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti, por exemplo, Não matarás.
6) É melhor comprares uma coisa cara de que gostes mesmo de que muitas coisas baratas de que gostes assim-assim.
7) Quase nada é realmente importante: se ficares triste, pergunta a ti própria: "será que é realmente importante?".
8) A chave do sucesso é sabermos levantar-nos depois de cairmos.
9) Sê honesta e generosa.
10) Só compres roupa que te faz sentir vontade de dar uns passinhos de dança.
11) Confia no teu instinto, não na tua imaginação hiperativa.
12) Quando te sentires abalada por uma tragédia, verifica se se trata realmente de uma tragédia, fazendo o seguinte:
       a) pensa, "Oh, que se lixe"

       b) olha para o lado bom, e caso isso não resulte olha para o lado engraçado.
       Se nada disto der resultado, então talvez seja mesmo uma tragédia e deves consultar os números 1 e 5.
13) Não esperes que o mundo seja seguro. Nem a vida justa.

14) Às vezes tens de te deixar ir na corrente.

15) Não te arrependas de nada. Lembra-te de que, sendo tu quem és e as circunstâncias da vida num dado momento, as coisas não poderiam ter acontecido de maneira diferente. A única coisa que podes mudar é o presente, por isso aprende com o passado.
16) Se te começares a arrepender de alguma coisa e a pensares, "Eu deveria ter feito ... " acrescenta sempre, "mas nesse caso, poderia ter sido atropelada por um camião ou ter sido mandada pelos ares por um torpedo japonês." 
 

Extrato de "A imaginação hiperativa de Olivia Joules" escrito por Helen Fielding e com tradução de Alice Rocha. 

 

PS: Partilho isto aqui porque se algum dia tivesse feito uma lista, queria ter escrito exatamente a mesma coisa.

Só lhes falta a auréola

Em tempos idos há relatos de aparições de anjos que traziam mensagens às quais deviamos prestar atenção. 

 

Acho que continuamos a acreditar que eles existem porque os representamos por aí,  aqui são assim: {#emotions_dlg.angel}

 

Então com tantas dúvidas que andam por aí, não vemos os anjos para nos darem conselhos porquê?

 

Pois, a minha teoria é a seguinte: a auréola era feita de uma energia, se aquilo fosse ouro nunca se seguraria assim (quando o Newton levou com a maçã concluiu isso).

 

Acontece que usamos essa energia para criar a energia elétrica, eles perderam assim a iluminação e por isso deixámos de os ver.

 

Mas o Variações tem como sempre razão.

 

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