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Insensatez de Menta e Chocolate

Insensatez de Menta e Chocolate

Querer por crer

Um dia perguntaram-me "o que te faz feliz?"

 

Ao que respondi "o que me faz feliz é agir de acordo com aquilo em que acredito."

 

Pronto talvez seja rebuscado ou uma inspiração de um qualquer filme da Disney.

 

Mas a verdade é que tendo a querer aquilo em que realmente acredito (e não acho que seja anormal por isso).

 

Acontece por vezes que os sonhos que temos, e que cremos serem o melhor para nós, não se cumprem, não porque os abandonámos mas simplesmente porque os nossos esforços não resultaram. 

 

Queremos muito uma coisa porque acreditamos nela, mas tendemos a deixar de acreditar quando demos o nosso melhor e foi em vão. 

 

E quando isso acontece (e depois de cortarmos várias cebolas), apercebemo-nos que seguramente não seríamos mais felizes se tivéssemos conseguido.

 

Talvez pareça uma desculpa, ou uma forma de auto-consolação mas no meu ponto de vista é só um "conjunto de maneiras más para chegar a boas conclusões".

 

Modernices positivas

Haverá sempre alguém a tentar convencer-nos que certas coisas no mundo, eram muito melhores antigamente.

 

Mas em relação ao assunto do dia, há algo que mudou para muito melhor: o relacionamento passou a ser uma opção e não uma necessidade.

 

Era difícil (embora tenha havido alguns casos de sucesso), em certos períodos da história, uma mulher ter uma vida estável sem ser casada.

 

Os homens hoje em dia conseguem fazer perfeitamente a maioria das tarefas que estavam destinadas às mulheres, assim como as mulheres conseguem desempenhar a maioria dos cargos que eram exclusivamente masculinos.

 

Ainda assim, continuam a haver relações que se mantêm por pena, por hábito, por falta de melhor, ou pela ideia de que não estar num relacionamento é impossível.

 

A tecnologia também pode ter ajudado a alimentar o controlo e a obsessão pelo outro, mas também encurtou as distâncias e as saudades.

 

Tudo isso, faz com que hoje viver um amor seja uma escolha, que deve durar enquanto nos torne maiores e melhores, continuando a ser o que sempre fomos.

 

Encontrar-me por me perder

Há um milhão e meio de formúlas para evitar o estado depressivo, umas mais calóricas que outras.

 

E toda a gente (incluindo eu própria) tem a tendência de dizer perante tal estado de outrem: "não fiques assim".

 

No entanto, venho por este meio defender o amúo como um direito básico do ser humano.

 

Por isso "fica assim" de vez em quando, porque "amuar faz bem". 

 

As aparências desiludem

Havia uma sms no tempo em que muitas mensagens circulavam por muita gente (umas menos pirosas e lamechas que outras), que explicava com uma historinha como nem tudo o que parece é.

 

Tinha três personagens: um passarinho, uma vaca e um gato.

 

(Espero não ferir a suscetibilidade dos meus caríssimos leitores)

 

O passarinho estava imóvel por causa do gelo e quase a morrer com o frio, a vaca cagou nele, ele aqueceu e conseguiu mexer as asas e cantar de contente, apareceu um gato que o ouviu, tirou-o da merda, limpou-o e por fim fez dele uma refeição.

 

Assim, a história pretende explicar que nem todos os que parecem ser maus ou bons para nós estão a sê-lo na realidade, e que às vezes o silêncio também nos protege.

 

Diria que as pessoas que pensaram nesta curta-metragem também receberam isso na altura, mas mesmo que não o tenham feito gostei dela na mesma.

 


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